Claude Farrère pseudônimo de Frédéric-Charles Bargone foi um escritor de novelas francês. Suas obras eram ambientadas em lugares exóticos como Istambul, Saigon e Nagasaki. Uma de suas novelas, Les civilisés, lhe rendeu o Prêmio Goncourt de 1905. Em 28 de março de 1935 foi eleito para ocupar uma cadeira na Academia Francesa. Inicialmente procurou seguir os passos do pai, que tinha sido coronel de infantaria e servido nas colónias francesas. Entrou para a academia naval em 1894, foi nomeado tenente em 1906 e foi promovido a capitão em 1918. Porém pediu demissão no ano seguinte para se concentrar em sua carreira como escritor.
Claude Favre de Vaugelas foi um gramático, lexicógrafo e tradutor francês. Frequentador do Hôtel de Rambouillet, era conhecido na Corte como seigneur de Vaugelas e barão de Peroges.
Claude-Joseph Rouget de Lisle foi oficial do exército francês em Estrasburgo. Era um republicano moderado, o que quase o levou à guilhotina durante o período da Revolução Francesa conhecido como Terror.
Claude Lefort foi um historiador da filosofia e filósofo francês. Ele era politicamente ativo em 1942, sob a influência do seu tutor, o fenomenologista Maurice Merleau-Ponty. Por um tempo Lefort escreveu para Les Temps Modernes.