Henry Hallam foi um historiador inglês. Educado em Eton and Christ Church, Oxford, ele atuou como advogado no circuito de Oxford por alguns anos antes de se dedicar à história. Suas principais obras foram Visão do Estado da Europa durante a Idade Média (1818), A História Constitucional da Inglaterra (1827) e Introdução à Literatura da Europa, nos séculos XV, XVI e XVII (1837). Embora ele próprio não participasse da política, conhecia bem o grupo de autores e políticos que liderava o partido Whig. Em uma revisão de 1828 de História Constitucional, Robert Southey afirmou que o trabalho foi tendencioso a favor dos Whigs.
Henry Harrisse foi um advogado que se notabilizou como escritor e historiador, mas que também foi um reputado crítico de arte. As suas mais importantes obras centram-se na história da decoberta europeia da América do Norte e nas representações cartográficas primitivas do Novo Mundo.
Henry James, Jr., OM foi um escritor nascido nos Estados Unidos e naturalizado britânico. Uma das principais figuras do realismo na literatura do século XIX. Autor de alguns dos romances, contos e críticas literárias mais importantes da literatura de língua inglesa.
Henry Knighton foi um cônego agostiniano da abadia de Santa Maria dos Prados, Leicester, Inglaterra, e um historiador eclesiástico (cronista) que escreveu uma história da Inglaterra desde a conquista normanda até 1396, considerado o ano em que morreu.
Henry Lawson foi um poeta e escritor australiano. Juntamente com seu contemporâneo Banjo Paterson, Lawson está entre os mais conhecidos poetas e escritores de ficção do período colonial australiano, e é muitas vezes chamado de "maior escritor da Austrália".