Harold Pinter CH, CBE foi um ator, diretor, poeta, roteirista, e certamente um dos grandes dramaturgos do século XX, além de destacado e incômodo ativista político britânico.
Haroldo Eurico Browne de Campos foi um poeta e tradutor brasileiro, considerado, ao lado de Augusto de Campos, seu irmão, e Décio Pignatari, com os quais formou o grupo Noigandres, um dos representantes da poesia concreta no Brasil.
Harriet Jacobs foi uma escritora afro-americana que fugiu de uma vida de escravidão e depois conseguiu se libertar. Tornou-se abolicionista, palestrante e reformista social. Sua obra mais famosa é sua autobiografia Incidentes da vida de uma escrava, publicado em 1861, com o pseudônimo de Linda Brent. Foi um dos primeiros livros a tratar da luta pela liberdade das pessoas escravizadas, falando de abuso e assédio sexual, além dos esforços para manterem seus papéis de mãe e mulheres.
Harriet Arbuthnot foi uma diarista, observadora social e anfitriã política do início do século XIX em nome do partido conservador. Durante a década de 1820, foi a amiga mais íntima do herói de Waterloo e o primeiro-ministro britânico, o 1.º Duque de Wellington. Ela manteve uma longa correspondência e associação com o duque, todas elas registradas em seus diários, que são consequentemente amplamente utilizadas em todas as biografias autorizadas do duque de Wellington.
Harriet E. Wilson foi uma escritora afro-americana. Ela foi a primeira afrodescendente a publicar um romance nos Estados Unidos. Seu romance Our Nig, or Sketches from the Lifeof a Free Black foi publicado anonimamente em 1859 em Boston, Massachusetts, e não chegou a ser amplamente conhecido na época. A obra foi redescoberta em 1982 pelo professor universitário e pesquisador Henry Louis Gates, Jr., que o documentou como o primeiro romance afro-americano.