Frei Luis de León, O.S.A., por vezes latinizado para Luyssi Legionensis, foi um religioso espanhol, teólogo, poeta, professor, tradutor e humanista. Foi um dos expoentes da escola literária salmantina e um poetas mais importantes da segunda fase do Renascimento espanhol, a par de Francisco de Aldana, Alonso de Ercilla, Fernando de Herrera e São João da Cruz. Os temas morais e ascéticos dominam toda a sua obra, a qual faz parte da literatura ascética da segunda metade do século XVI, inspirada pelo desejo de o espírito se afastar das questões terrenas para poder alcançar o prometido por Deus, identificado com a paz e o conhecimento.
Luís Espinal Camps, SJ, foi um padre jesuíta espanhol, naturalizado boliviano em 1970. Tornou-se conhecido por ser um defensor dos direitos humanos, motivo pelo qual foi sequestrado e assassinado em março de 1980 por paramilitares, no contexto da Ditadura Militar.
Luis Fernando Verissimo é um escritor, humorista, cartunista, tradutor, roteirista, dramaturgo e romancista brasileiro. Já foi publicitário e revisor de jornal. É ainda músico, tendo tocado saxofone em alguns conjuntos. Com mais de 80 títulos publicados, é um dos mais populares escritores brasileiros contemporâneos. É filho do também escritor Erico Verissimo.
Luís I foi o Rei da Baviera de 1825 até sua abdicação em 1848 por causa das revoluções de 1848 nos Estados alemães. Era o filho mais velho do rei Maximiliano I José e sua esposa Augusta Guilhermina de Hesse-Darmstadt.
Luís Pereira Brandão foi um padre jesuíta que acompanhou o rei D. Sebastião na Batalha de Alcácer Quibir, tendo posteriormente publicado um poema em dezoito cantos e oitava rima intitulado a A Elegíada cantando as desventuras da expedição.
Luiz Alfredo Garcia-Roza foi um escritor e psicanalista brasileiro conhecido por seus romances policiais, em sua maioria protagonizados pelo investigador Espinosa. É filho de Almir Garcia-Rosa e de Diva Garcia-Rosa.
Luiz Ruffato é um escritor brasileiro. Seu romance Eles eram muitos cavalos, de 2001, ganhou o Troféu APCA oferecido pela Associação Paulista de Críticos de Arte e o Prêmio Machado de Assis da Fundação Biblioteca Nacional. Em 2011, com a publicação do romance Domingos Sem Deus, concluiu a pentalogia Inferno Provisório.