Kerstin Mari Jungstedt é uma escritora de romance policial e jornalista sueca. Só na Suécia ela vendeu mais de cinco milhões de exemplares de seus livros, que foram traduzidos em 17 idiomas.
Mari Sandoz foi uma escritora, historiadora e professora norte-americana, famosa por seus estudos e obras sobre o Velho Oeste, especificamente histórias dos nativos americanos, pioneiros e colonos da fronteira dos Grandes Planícies. Uns de seus trabalhos mais bem sucedidos foram Old Jules (1935), um livro que fala sobre a vida do seu pai, e os dois livros sobre o mundos dos índios norte-americanos Crazy Horse (1942) e Cheyenne Autumn (1953).
Maria Leontievna Bochkareva foi uma militar russa que lutou na Primeira Guerra Mundial no Batalhão de Morte das Mulheres. Ela foi a primeira mulher russa a comandar uma unidade militar.
Maria Dąbrowska foi uma escritora, romancista, ensaísta, jornalista, ativista e dramaturga polaca, autora do popular romance histórico Noce i dnie, escrito entre 1932 e 1934 em quatro volumes separados. O romance foi transformado num filme com o mesmo título em 1975, por Jerzy Antczak. Para além das suas próprias obras, também é reconhecida por ter traduzido o Diário de Samuel Pepys para a língua polaca.
Maria de França foi uma poetisa evidentemente nascida na França e que viveu na Inglaterra em fins do século XII. Praticamente nada é conhecido sobre sua vida anterior, embora ela escrevesse numa forma de Francês antigo que foi copiado pelos escribas anglo-normandos. Logo, muitos dos manuscritos de sua obra apresentam características anglo-normandas.
Marija Dmitrevna Naglovskaja que tinha como nome artístico Maria de Naglowska São Petersburgo, 15 de Agosto de 1883 — Zurique, 17 de Abril de 1936) foi uma ocultista, mística, autora e jornalista russa que escrevia e ensinava sobre práticas rituais mágicas sexuais enquanto também estava ligada ao movimento surrealista parisiense. Ela estabeleceu e liderou uma sociedade ocultista conhecida como a Confrerie de la Flèche d'Or em Paris de 1932 a 1935. O ensino oculto de Naglowska centrou-se no que chamou de Terceiro Termo da Trindade, no qual a O Espírito Santo da clássica trindade cristã é reconhecido como o divino feminino. Suas práticas objetivaram uma reconciliação das forças claras e escuras na natureza através da união masculina e feminina, revelando o poder espiritual espiritualmente transformador do sexo.