Michel Onfray é um filósofo francês, fundador da Universidade Popular de Caen. Seu pensamento se caracteriza pela afirmação da razão, do hedonismo e de um ateísmo militante.
Michel Pêcheux (1938-1983) foi um filósofo francês. É considerado um dos fundadores da análise do discurso, especialmente em sua linha materialista e francesa.
Michel Pintoin, vulgarmente conhecido como o monge de Saint-Denis ou Religieux de Saint-Denis foi um monge, cantor e cronista francês mais conhecido por sua história do reinado de Carlos VI de França. Anônimo por muitos séculos, em 1976, o monge foi tentativamente identificado como Michel Pinton, embora estudiosos continuam a se referir a ele como "o Monge" e "Religieux".
Michel Pintoin, vulgarmente conhecido como o monge de Saint-Denis ou Religieux de Saint-Denis foi um monge, cantor e cronista francês mais conhecido por sua história do reinado de Carlos VI de França. Anônimo por muitos séculos, em 1976, o monge foi tentativamente identificado como Michel Pinton, embora estudiosos continuam a se referir a ele como "o Monge" e "Religieux".
Michel François Platini é um dirigente desportivo, ex-treinador e ex-futebolista francês de origem italiana que atuava como meio-campista, tendo carreira de destaque enquanto jogador durante os anos 1980, principalmente na Juventus e na seleção francesa, onde ganhou a Eurocopa de 1984. É considerado como um dos maiores jogadores da história do futebol mundial.
Michel Serres foi um filósofo francês. Escreveu entre outras obras "O terceiro instruído" e "O contrato natural". Atuou como professor visitante na Universidade de São Paulo. Desde 1990 ele ocupou a poltrona 18 da Academia francesa.
Michel Tournier foi um escritor francês. Define-se como “contrabandista da filosofia” procurando englobar conceitos e refinadas discussões em seus contos e histórias, grande exemplo de seu trabalho é o livro "Sexta-feira, ou, Vida Selvagem" em que retrata Robinson Crusoe num embate permanente entre sua nova vida como naufrago, distante da sociedade, e sua antiga condição de homem civilizado, ele tenta civilizar a sua ilha Speranza também tenta com que ninguém conheça a sua ilha. Michel Tournier julgava o valor das suas obras em função do inverso das idades dos seus leitores. É considerado um autor de crianças, defendendo-se dizendo “eu não escrevo para as crianças, escrevo antes com um ideal de brevidade, de clareza e de proximidade ao concreto”. Considera os seus contos Pierrot e os Segredos da Noite e Amandine ou Les Deux Jardins, como as suas melhores obras porque são de inspiração metafísica e a paixão das crianças de 6 anos.