Thomas Malory foi um romancista inglês, famoso por haver escrito Le Morte d'Arthur, um dos mais célebres livros sobre as histórias do rei Artur e dos Cavaleiros da Távola Redonda. A obra, publicada em 1485, foi escrita em 1469, quando cumpria pena de prisão em Londres.
Thomas Robert Malthus foi um clérigo anglicano, economista e matemático, iluminista britânico, considerado o pai da demografia, por sua teoria de controle do aumento populacional, conhecida como malthusianismo. Afirmava que, enquanto os meios de subsistências crescem em progressão aritmética, a população cresce em progressão geométrica, e a melhoria da humanidade seria impossível sem limites rígidos para a reprodução.
Thomas Mathiesen, de origem norueguesa, é um dos maiores sociólogos da atualidade. Estudou sociologia na Universidade de Wisconsin (1955) e se graduou em artes na Universidade de Oslo (1958), onde também fez seu doutorado em 1965 e na qual é professor de Sociologia desde 1972.
Thomas Merton foi um escritor católico do século XX. Monge trapista da Abadia de Gethsemani, Kentucky, ele foi um poeta, activista social e estudioso de religiões comparadas. Escreveu mais de setenta livros, a maioria sobre espiritualidade, e também foi objecto de várias biografias. Dentre as principais características de Thomas Merton pode-se citar sua defesa do pacifismo e do ecumenismo.
Thomas More, Thomas Morus ou Tomás Moro foi filósofo, homem de estado, diplomata, escritor, advogado e homem de leis, ocupou vários cargos públicos, e em especial, de 1529 a 1532, o cargo de "Lord Chancellor" de Henrique VIII da Inglaterra. É geralmente considerado como um dos grandes humanistas do Renascimento. Sua principal obra literária é Utopia.
Thomas Mun (1571–1641) foi um escritor inglês de economia que tem sido chamado o último dos primeiros mercantilistas. Ele foi um dos primeiros a reconhecer a exportação de serviços, ou itens invisíveis, como comércio valioso, tendo feito argumentações precursoras em forte apoio ao capitalismo.